Review: Dynasty Warriors Strikeforce – PSP

5 05 2009

Eu não gosto de jogos do tipo hack & slash, em bom português, “matar e pilhar”. Acho sem graça, vazio. É o caso do novo X-Men Origins: Wolverine. Não há objetivo, o jogo é mal feito, e história não há. Dizem que olhando por esse lado, é até fiel ao filme. Corrão!

Gráficos bem tratados

Gráficos bem tratados

Lançado em Abril deste ano, Dynasty Warriors Strikeforce entraria na categoria hack and slash se não fosse por um detalhe: o que está envolvido em sua história. A KOEI, desenvolvedora do jogo, foi muito feliz em respeitar o intelecto do jogador. Tudo bem que a história é bem fraca: Resistência contra um imperador que quer tomar a China, lutadores pela liberdade o derrotam e criam uma China liberta (só no jogo mesmo). Mas tudo o que envolve isso, a maquiagem do jogo, é que te pega de jeito.

Você começa humilde com sua vila tendo o básico. Um mercado, um workshop, academia, ferraria, casa de câmbio, e depósito. Conforme vai completando as quests, que podem ser feitas mais de uma vez, você ganha auxílio de cidades vizinhas, o que permite melhorar de padrão. Isso mesmo, cada uma dessas áreas de sua vila ganham um upgrade, possuem níveis de evolução, o que significa que armas, orbes e itens em geral, ganham melhorias e até são desbloqueados novos produtos. E existem diversas armas! Como o personagem pode usar duas (arma e sub-arma), o jogo permite várias combinações!

O gráfico do jogo não é dos melhores, mas lembra muito (eu disse ‘lembra’) o

Você pode voar! Ok, mentira. Mas pode dar pulo duplo e dash no ar...

Você pode voar! Ok, mentira. Mas pode dar pulo duplo e dash no ar...

de Final Fantasy: Crisis Core. O que é um grande elogio, afinal estamos falando de um jogo sem grandes pretensões nesse campo. Eles se preocuparam tanto com os gráficos como em fazer um final diferente para cada um dos três reinados que você pode escolher para jogar!

O jogo possui um modo multiplayer co-op de até 4 jogadores. Eu ainda não experimentei, e estou louco para encontrar minha galera e testar o danado! Ainda sobre o modo multiplayer, há a promessa de poder baixar conteúdo como missões, castelos e novos desafios para o modo single pela Playstation Store.

Para nós que estávamos órfãos de um bom jogo no PSP para viciar, não precisamos mais chorar! Veja o vídeo abaixo e se anime para jogar!





Review>> Star Ocean: The First Departure (PSP)

29 10 2008

Se você estava no Japão em 1996 e tinha um Super Famicon, então você conhece Star Ocean: The First Departure. Agora se você é como eu e nunca havia ouvido falar nessa série a não ser quando começaram a cogitá-lo no PSP, essa é sua oportunidade de conhecer um bom RPG.

Lançado em 21/10, Star Ocean: The First Departure é um “remake melhorado” deste jogo. Trata-se de uma fantasia-mágica-medieval-intergalática.

The First Departure (PSP)

Star Ocean: The First Departure (PSP)

Eu explico. Roddick, Millie e Dorne são jovens protetores da pequena vila de Kratus, no mundo de Roak. Este mundo é atingido por uma praga que transforma as pessoas em pedra e o pai de Millie é atingido por ela. Não só o velho, mas o amigo deles, Dorne, também. Acredita-se que a cura esteja em uma erva, no alto de uma montanha. E lá vão eles! Ao chegar no local, os três são interceptados por duas pessoas do futuro, que desejam ajudar aquele planeta condenado a destruição. Contam que a tal erva não irá salvar os habitantes do planeta, e que eles desejam fazer uma vacina. Para tanto, levam Dorne, que está infectado, e seus amigos para a sua nave. Infelizmente não há sucesso na tentativa, mas eles viajam no tempo, mais precisamente 300 anos, para a época das “Demonic Wars” no planeta Roak, encontrar uma entidade que possui o tipo de sangue necessário para sintetizar o antídoto.

Sim, tem de tudo no jogo!

Re-produzido pela Square-Enix, este jogo traz uma boa jogabilidade, mesmo eu tendo sofrido um pouco para poder entender. Não por ser complexo, mais simples impossível! As batalhas são em tempo real e você ataca com o X. Habilidades especiais são configuradas no menu, sendo colocadas nos botões R e L. Automaticamente você controla o líder, mas a qualquer momento no jogo você pode apertar O e trocar por um dos personagens na batalha e o “quadrado” muda o alvo. Só fiquei meio perdido porque esperava um RPG com o velho sistema de turnos.

A Inteligência Artificial é muito boa. Você pode configurar o comportamento do personagem, como “atacar com tudo o que tem” para os guerreiros, ou “preservar as magias” para feiticeiros/magos.

Onde estão as batalhas por turno =/

Onde estão as batalhas por turno =/

O que também chama a atenção no jogo, e eu gosto muito disso em um RPG, é o sistema de perícias. Quando um personagem evolui, ele ganha uma quantidade “x” de pontos, que podem ser gastos para adquirir pontos em tal perícia, como lutador, que aumenta sua força, ou como minerador, para encontrar fissuras e poder escavá-las à procura de itens, ou como cozinheiro, preparando pratos que recuperam mais HP. Há uma centena de outras. Tem até desenhista! Essas perícias não estão apenas para fazer graça, elas ajudam no decorrer do jogo.

Há também as Private Actions, que são mais ou menos um extra com os personagens interagindo entre si. Muito bom! É legal vê-los para poder, além de entender melhor a história, entender os personagens e suas motivações. Além de algumas dicas no jogo.

Resumindo, é um RPG típico. Tem até romance! Só um aviso para aqueles que não tem muita paciência com longas histórias. Há partes no jogo em que o diálogo dura muito tempo, e para mim que não estava muito acostumado com isso, me incomodei um pouco.

Resumindo, é um jogo válido para os amantes do estilo e para aqueles que procuram um bom jogo, eis a oportunidade.

Vale pela experiência!





A Primeira Vez Não Se Esquece

3 10 2008

Eis que o site Now Loading, um ótimo portal de games, colocou meu humilde review de Star Wars: The Force Unleashed (PSP) no ar!

Espero que seja o primeiro de muitos =D

Vejam aqui.